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19/11/2007

põe-me de joelhos, leva-me ao altar de ti e faz de mim rainha do infinito possuindo-me até ao principio


Boas noites companheiros parafílicos de blogue e de tudo o que de mais belo e profundo tem a Natureza Humana para dar e partilhar. É a minha primeira intervenção aqui, desde já me sinto orgulhosa de partilhar este espaço com vocês. Gostaria de frisar que acredito que este espaço deverá ser sempre aberto para todos porque, se virem bem, nada do que dizemos ou mostramos aqui deverá algum dia ser considerado como inapropriado para ninguém, independentemente da idade. Actualmente a internet tanto pode ser o berço da belezae informação como do nojo e da deturpação da verdade, dependendo dos padrões de cada um, há gostos para tudo e oferta a triplicar, por isso se chama liberdade, e é impossível não estarem sempre a interferir umas com as dos outros. Tudo o que se queira pode-se descobrir aqui, através do google uma criança já não precisa de viver em dúvida porque não se atreve a perguntar a ninguém o que é um orgasmo, nem criar esquemas estranhos para ter acesso a um centimentro de pornografia, lembrem-se sempre: "O fruto proibido é o mais apetecido!". Apesar de regras e limites mínimos de decência, tacto e educação sempre fulcrais, quando alguém quer uma coisa muito, tudo se arranjará e a nossa civilização ocidental apoiada no ego e no consumo muitas vezes deixa para segundo plano o que não tem coragem de enfrentar de frente e rotula como marginal ou tabú. Tantas vezes há adultos que agem tão mais infantilmente sobre a sexualidade que qualquer criança. Especialmente homens de bagaço e café que, quando em grupo ou em esquinas sombrias, têm coragem de mandar piropos clichés a tudo o que seja um rabo de calça de ganga e depois, confrontados com a evidência da sua pequenez originalidade ou confiança, não são capazes de me olhar nos olhos e tentar atraír através do humor ou do charme, fogem que nem pré-adolescentes de Liceu. As crianças por seu lado não receiam a nudez, toda a gente tem espelho em casa, toda a gente se masturba diabólicamente desde uma tenra idade e não conta a quase ninguém como, ou quando ou o que imagina (só através de nicks virtuais e personalidades inventadas). Esta sociedade cria frustração nas pessoas através de pseudo-cultura e publicidade totalmente injectadas com estímulos sensuais baratos e minimalistas, musica basificada somente com o objectivo do engate rafeiro apoiado com doses mentecaptas de alcóol para ajudar a desmascarar a alma que não se atrevem a revelar sóbrios, destroem o romance, prevaricam a imaginação, estimulam a obsessão e o ciúme e a apologia católica da fieldade cega e da monogamia, escondem e criminalizam a prostituição, continuam a não implementar uma séria educação sexual nas escolas porque os professores são mais imaturos e envergonhados nesse campo que os próprios alunos (que têm de aprender a errar sozinhos por detrás dos ginásios), professam uma moral democrata-cristã asquerosa e hipócrita (quando tentaram impedir o direito da mulher de decidir o rumo do seu corpo através da proibição da interrupção voluntária da gravidez, papagueando normas de abstinência e planeamento familiar, como se o sexo não fosse a actividade humana mais importante no desenvolvimento do carácter duma pessoa sã e interactiva na sua vida futura e, caso fique traumatizada ma adolescência, pode ter sérios problemas a recuperar esse tempo perdido de experimentações únicas, porque não há nada como da primeira vez: nenhum de nós se esquecerá nunca da primeira vez que nos juntámos e encaixámos fisicamente com o nosso outro semelhante!), e falam falam falam sobre comportamentos de risco, coitos interrompidos, drogas psicotrópicas, doenças sexualmente transmíssiveis, mas falam falam falam sobre ciências que desconhecem, como padres a palrar sobre o pecado da lúxuria (só um aparte, quem masturbará Sua Santidade o senhor Papa???) e depois os preservativos em farmácias são dum preço abusivo e todo o resto do rol de contraceptivos é considerado quase como uma marca que usam os filhos diabólicos de Satã em vez de ser distribuído gratuitamente, aquela bolinha que colocam no canto superior direito da televisão nos filmes que apresentem um bocadinho mais explícito de pele e gemidos, e que não acontece em filmes com bazukas, cocaína e rock & roll e, quem ganha com isso são os cómicos que usam os preconceitos sexuais de uma Babilónia contraditória para envergonharem quem envergue hipocritamente um manto púdico de deus, pátria, família e bons costumes que não passa duma grandessíssima mentira! Eu não há nada sexualmente que não queira experimentar mas, como tenho tanto à vontade com o meu corpo e o dos outros e tudo o que podemos fazer lá pelo meio, também não penso assim tanto nisso e simplesmente deixo fluír com a maré de indiscretas indirectas tudo e qualquer possibilidade perene de esta noite acabar com gelado, cerveja, fruta fresca, muita imaginação e hinos de revolução sobre almofadas coloridas e uma lareira escaldante sempre a arder e manter o fluxo de amor que nos deverá unir a todos sempre, sejamos como queiremos ser sem sequer pensar o que o outro irá imaginar, apenar respeitar, e penetrar.

4 comentários:

Eros disse...

Apoiamos na integra.

GAGGINGyou disse...

MAI NADA !

U Ó Mãe Que Dava Pulos disse...

Há Quanto tempo não te confessas?
Bjs

Rafeiro Perfumado disse...

Estavas a ser demasiado dura, o teu blog não é assim tão booooooooring.