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25/03/2008

para elas...


como as meninas tambem devem deliciar o olhar...
aqui vos deixo um belo especimem para "devorar"

Tesao...


Um verdadeiro tesao nao acham senhores?

23/03/2008

Porque é que há gajos com a mania de complicar?
Uma Boa Páscoa para todos!

22/03/2008



Boa Pascoa para todos e não se esqueçam de arranjar uma bunny destas e fazer muitas festas no pelo ;)

Beijos

21/03/2008

Aventuras de uma secretária numa sociedade de advogados (Parte III)


- O que aconteceu entre ti e a nova secretária?! ... Não rias e responde-me já!

- Meu! Porque me falas nesse tom?!

- Ela saiu do carro com uma conversa muito estranha, e anda por aí debaixo de chuva.

- Onde está?

- Na marginal

- Mas isso aí é perigoso, vai ter com ela

- Explica-me o que me aconteceu.

Resumidamente como só um homem é capaz, a informação foi recebida e processada. Assim que começou a entender o que se passava o jovem advogado pôs a caminho, amaldiçoou a câmara pelas obras que impossibilitavam o carro de entrar para junto daquele bairro ribeirinho. Com medo de ser assaltado mas com um grande sentimento de responsabilidade o advogado saiu do carro tendo ir buscar ao porta-bagagem o guarda-chuva. Respirou fundo e entrou por um dos bairros mais problemáticos da cidade. O toque do telemóvel fez o seu corpo estremecer.

- Estou a tentar ir ter contigo, mas o trânsito está impossível.

- Espero que nenhum gandulo tenha ouvido o toque do telemóvel senão não saio daqui com o telemóvel, aliás se sair daqui com vida vou com sorte...

- Desculpa não te ter contado a cena toda, mas estava à espera de te contar pessoalmente.

- As desculpas ficam para depois, só a quero encontrar rapidamente e sair deste bairro.

O jovem advogado começou a ouvir várias pessoas a falarem alto, e decidiu seguir as vozes deparou os habitantes mais idosos do bairro a tentarem dar indicações como chegar ao meio de transporte para poder sair daquele bairro, no meio completamente encolhida e encharcada estava a jovem secretária. Conhecia há poucas horas mas já sentia algo de especial em relação àquele exemplar feminino. Vendo-a ali como uma flor a murchar, sentiu uma enorme necessidade de a fazer florescer, aquele homem que habitualmente era um pouco medroso e a quem em enumeras ocasiões faltou uma dose de coragem, encheu os pulmões e num movimento repentino e ao mesmo tempo assertivo raptou a sua princesa das trevas.

Pela segunda vez, no mesmo dia, aquela jovem seria salva de um contexto desagradável, pelo mesmo príncipe. Deixou-se levar, colou-se a ele e sentiu-se protegida e acima de tudo o seu corpo voltou a aquecer. Olhou para ele com uns olhos de agradecimento misturado com desejo. Após tudo o que aconteceu, a forma como reagiu no carro e agora e naquele contexto surgiu o desejo. Nem a chuva é capaz de matar o desejo, riu-se do ridículo da situação.

Ao chegar ao carro, o jovem advogado abriu a porta e desviando os vestígios do material da farmácia aconchegou-a.

Ao sentar-se no carro e fechar o carro, o advogado suspirou de alívio.

- Desculpa mas não tive tempo de por o carro em condições para a receber.

Riram-se os dois em uníssono.

- Obrigada por tudo.

E do nada um beijo surgiu, diferente do dessa manha, este foi mais calmo. Mas demorado muito demorado, quase como se de um beijo apaixonado se tratasse. O beijo terminou com deixando no ar um clima de sintonia entre amantes. O telemóvel tocou, e optou-se pelo modo mãos livres

- Ela já está aqui comigo, estamos bem.

- Venham cá ter.

- Queres ir até à casa do teu ex patrão?

- Ex patrão!! que conversa é essa? Agora é que têm mesmo que vir... ou vou eu ter convosco.

- Podes esperar aí que nós já vamos...

- Princesa, não ouvia a tua voz há muito tempo...

- Desde hoje de manhã...

- Já há menos trânsito, daqui a pouco estamos aí, até já.

Houve um momento de silêncio que durou até à chegada na casa do jovem advogado. A jovem que tinha mantido os olhos fechados durante grande parte do tempo, abri-os e mirou o advogado quando este abria-lhe a porta do carro. Caminharam abraçados até à porta do prédio. A porta abriu-se antes de ser necessário tocar na campainha. O casal soube nesse instante que o anfitrião os tinha visto. A incerteza pairava no ar.

video

Uma Páscoa Feliz para todos. Será possível?

Espero que venha a ser.

20/03/2008


19/03/2008

Aventuras de uma secretária numa sociedade de advogados (Parte II)

O telefone tocou. Paralisei a olhar para ele. Não fazia ideia de como deveria atendê-lo, não sabia o nome da sociedade de advogados, não sabia o nome dos advogados, não sabia onde estavam, o que estavam a fazer e quando voltariam, nem os contactos pessoais de cada um deles sabia. Maldita hora em que me disponibilizei para começar a trabalhar já hoje e sem ter sido sujeita a um processo de integração. Depois pensei no beijo e como tinha sido bom, e resolvi atender o telefone esperando que me fizessem alguma pergunta que soubesse responder.

- Sim?

- Sim?! ... Penso que me enganei no número peço desculpa...

Depois de uma pausa:

- Não me posso ter enganado no número pois estou a falar do meu telemóvel...

Fez-se luz e pensei que poderia ser o outro sócio.

- Fala a nova secretária.

- Já temos secretária!? Finalmente! Onde está o Dr.?

Tentei explicar o melhor que pude e dei levemente a entender que precisava de ajuda. A mensagem foi entendida pelo meu interlocutor. Que apressou-se a responder:

- Não se preocupe que eu vou já para o escritório.

Tinha uma voz mais séria do que o sócio, parecia mais velho. Imaginei-o com um bigode, não sei porquê. Depois comecei novamente a pensar no outro sócio e perdi-me num suspiro.

Desci do gabinete do advogado onde me encontrava ainda e ao deparara-me novamente naquele hall em pedra mal iluminado arrependi-me por breves instantes em ter aceite este trabalho. Comecei a explorar o meu novo território. Abri uma velha porta de madeira que dava para uma espécie de sala de espera, também ela em chão de pedra com uns sofás com pelo menos vinte anos. Pensei se fosse cliente e tivesse que esperar numa sala daquelas era bom que o caso fosse de vida ou de morte e que aquele fosse o melhor advogado do país. Dei por mim a tentar imaginar os casos que deviam passar por ali. Pouco depois a campainha da porta tocou. Afinal a campainha tocava? Porque tinha demorado tanto tempo a abri-me a porta quando toquei?!

Abri a porta. Apareceu um homem jovem, de fato e óculos escuro, de pasta e jornal na mão.

- Não resisti a comprar o jornal para ver como tinha ficado o anúncio.

Tirou os óculos, e virou-se para mim no sentido de me cumprimentar. Assim como já tinha acontecido anteriormente, senti que ficou encantado a olhar para mim. Bendito o Verão, normalmente não chamo assim tanto a atenção masculina, deve ser do calor. Mas depressa moderou o seu olhar e ficou sério com um olhar de mais absoluto respeito. Apesar de ser um homem igualmente interessante, não me senti atraída, faltava-lhe algo e depressa percebi o quê. Tinha pouco à vontade perto de mim, e mais tarde descobri que perto de todas as mulheres em geral. Alegrei-me com este facto, pelo menos com este sócio poderia ter uma relação profissional sem o constante jogo de sedução que iria caracterizar a minha relação com o outro sócio. Apesar do seu pouco à vontade senti que se esforçou por me integrar.

- Já vi que conheceu a nossa sala de visitas - Disse rindo.

- Sempre que possível, tentamos que nenhum cliente passe por aqui, para tal é importante que as marcações sejam feitas com alguma tolerância de ponto. O nosso caro colega não é perito em tal, antes pelo contrário marca inclusive clientes para a mesma hora, o que acaba por sobrar para mim. Pois acabo por os receber no meu gabinete e vou tomando notas do caso, foi assim que muitos casos passaram para as minhas mãos. O meu caro colega é um pouco selectivo nos casos que aceita, e não gosta de passar muito tempo com o mesmo caso. Vai se aperceber da sua pouca apetência para o trabalho árduo e continuou. Por isso mesmo somos sócios, desde o tempo da faculdade nos completamos. Somos amigos há muitos anos...

Parou o seu discurso ao ser interrompido pelo telemóvel.

- Peço desculpa mas tenho pouca rede cá em baixo por isso vou para o gabinete.

Senti-me novamente sozinha. Resolvi explorar as restantes portas da sala de visitas. Abri a primeira porta e descobri um arquivo, olhei para as paredes cheias de humidade e pensei que aqueles dossiers brevemente iriam entrar em processo de decomposição. Fechei a porta e desejei nunca ter de procurar nada naquele arquivo.

Abri a segunda porta e nada me poderia preparar para o que vi. A casa de banho estava num estado completamente lastimoso, cheia de humidade nas paredes as loiças sanitárias estava completamente amarela, vi uma quantidade considerável de diferentes tipos de animais rastejantes.

Nesse instante senti-me a ser salva daquele pesadelo. Uma mão puxou-me para trás e fechou aquela porta, encaminhou-me para o hall e fechou a porta da sala de espera.

- Deveria ter um letreiro nesta porta a dizer para abrir só em caso de emergência.

Riu-se e eu perdi-me no seu sorriso. Isto não pode ser só o calor pensei eu, esta história de ser mulher e estar sujeita a ciclos tem muito que se lhe diga.

- Vou-lhe mostrar a nossa verdadeira sala de espera, de convívio e a nossa casa de banho.

Abriu-me a porta e saí acompanhada, demos uns passinhos e entramos num café este sim, antigo mas remodelado e cuidado de modo a manter todo o seu esplendor. Tinha um ambiente muito acolhedor, talvez demais se considerarmos que era esperado ser a sala de espera de um gabinete de advogados. Via-se claramente que os jovens advogados eram clientes frequentes daquele estabelecimento. Estava eu a admirar ainda aquele estabelecimento quando foi colocado o almoço à minha frente.

- Alimente-se que temos uma tarde de intenso trabalho pela frente!

Assustei-me, não pelo trabalho intenso, mas por sentir que numa manhã tinha experimentado mais sensações diferentes do que no mês passado dedicado ao ócio e às frequências. Passamos a tarde a falar de trabalho, a falar dos casos, do que era esperado que fossem as minhas tarefas.

- Já está na hora de pormos fim ao trabalho por hoje.

- Não sabia que era tão tarde.

Ao olhar lá para fora fiquei surpreendida ao ver que chovia intensamente.

- Está a chover...

- Esteve a chover a tarde toda...

Disse o meu novo patrão com um ar admirado. Sinceramente não me tinha apercebido, a minha atenção ia para o que o jovem advogado dizia, e por outro lado centrava-me em pensamentos sobre o sócio.

- Onde mora? Se quiser dou-lhe boleia até casa.

Aceitei a boleia. Fechamos o escritório e dirigimo-nos ao carro. Ao entrar no carro o meu novo patrão disse-me que necessitava de ir à farmácia antes, para eu esperar um pouco. Tive um pressentimento que a ida à farmácia tinha algo a ver comigo. Ao entrar no carro o saco da farmácia foi colocado no tablier à minha frente. Tentei ver disfarçadamente o que continha, mas foi impossível.

- O trânsito está impossível, basta um pouco de chuva e as pessoas desaprendem a conduzir. Disse com ar cínico.

- Vou fazer um ligeiro desvio pela marginal pode ser que esteja melhor o trânsito por lá.

Achei o desvio muito grande e pensei que mais valia estar nas filas de trânsito.

- Já que estamos aqui, podíamos seguir em frente e aproveitávamos para termos um serão descontraído.

A conversa caiu-me mal. E não foi a única coisa que me caiu em cima. Após uma travagem brusca o saco da farmácia abriu-se e o seu conteúdo caiu-me em cima, preservativos de diferentes marcas e feitios. Passei-me, quem aqueles advogadozecos julgam que são. Pensei que quando o telemóvel tocou o pratão, obteve indicações do seu sócio para ir para o outro gabinete. Pensei que tivesse a ver com trabalho, contudo estranhei os risos e as conversas em tom mais baixo. Imaginei logo a conversa,

- Queríamos uma secretária, e saí-nos uma que faz o serviço completo.

Ao contrário da ser sensível, disponível, simpático, sedutor, seduzida que fui durante o dia revoltei-me com a situação e passei-me completamente.

- Com que então um serão descontraído...

Disse atirando-lhe para cima o que há pouco me tinha caído no colo.

- Não sei o que vocês pensam que eu sou, mas não estou interessada em ser mais vossa colaboradora!

O meu ex patrão olhou para mim com um ar de assustado como que não entendesse o que se estava a passar. Este não esperava resistência, pensei eu. E saí do carro debaixo de chuva.

17/03/2008

Primeiro post...

Ora bem cai aqui de paraquedas e pelos vistos é para ficar...

Agora so para ser um pouco mazinha tentem la codificar a mensagem que esta aqui escrita no corpo da modelo que vos dou um doce...


Beijos

Aventuras de uma secretária numa sociedade de advogados (Parte I)

Lá estava eu recém licenciada à procura de trabalho, sabia que dificilmente iria encontrar algo na área de marketing, ainda mais por ter sido uma aluna tão “suficiente” e ter terminado o curso com uma singela média de 12 valores.

O porquê de uma nota tão fraca prende-se com algum desinteresse pelo curso. Fi-lo para ser Dr.ª e essencialmente por poder dar essa alegria aos meus pais. Não convém esquecer que enquanto estava na universidade e longe de “casa” tive a oportunidade de me conhecer melhor, e explorar a relação entre homens e mulheres... mas isso são outras histórias, não histórias de uma secretária.

Retomo onde me havia perdido, na minha procura por um novo trabalho, estava desesperada, sem trabalho e com a licenciatura concluída nada me reataria senão o regresso à aldeia, e regresso à castração, e isso ultrapassa o domínio do concebível.

Era uma solarenta manhã de julho e lá me levantei a custo, dirigi-me até ao café mais próximo, sentei-me e pedi um café e o jornal. Devorei os classificados como se de um novo trabalho dependesse a minha liberdade, imaginei-me a fazer um pouco de tudo, imaginei-me numa cozinha gordurosa, ou a distribuir publicidade sujeita ao sol e chuva, depressa caí na real e estive quase a fechar o jornal quando vi um anuncio que pedia uma secretária, era para uma firma de advogados.

Imaginei-me num filme de grandes empresa de advogados cheio de homens giros e interessantes, apesar de saber que claramente não passava de uma ilusão não resisti em ir lá ver com os meus próprios olhos a tal sociedade de advogados. “Sweet eluision” pensei eu, mas faz bem sonhar um pouco. Ria-me da minha figura de contente, eu tinha um sorriso de um lado ao outro da cara. A morada referida ficava mesmo no centro da cidade, imaginei um daqueles prédios recuperados e decorados por nomes sonantes. Apesar de o caminho ainda ser longo resolvi ir a pé, estava tão eléctrica que penso que morreria de ansiedade se tivesse de esperar por um autocarro. Ia fazendo filmes na minha cabeça, de como tudo deveria ser tão chique e agradável, mas procurando-me consciencializar que os advogados não deveriam parecer como essas estrelas de Hollywood.

Cheguei à rua referida, parei, enchi os pulmões e comecei à procura do número, dei por mim a subir e descer a rua e sem encontrar a casa, depressa entendi que os meus olhos estavam cegos e não queriam acreditar que podia ser ali. Assim como as santas quando são recuperadas perdem as cores luminosas de outra ora, possivelmente poderia ter acontecido o mesmo com aquele velho prédio. É incrível a quantidade de desculpas que o nosso cérebro encontra quase momentaneamente numa tentativa de iludir a realidade. Bati na porta. Depois de repetitivamente ter tocado na campainha e a porta continuar fechada, eis que então a porta abriu-se, entrei e deparei-me com um hall de entrada antigo, em pedra, muito mal iluminado, neste havia uma velha mesinha de porteiro, resolvi esperar junto da mesma, então ouvi barulho de uma voz jovem a falar junto do cimo da escada. Espreitei e vi um homem jovem de fato a falar ao telemóvel, fez sinal para subir as escadas e segui-lo até ao gabinete mais próximo. Apontou-me uma cadeira e sentei-me. Este escritório apesar de não ser o ultimo grito, via-se que havia ido reformulado há pouco tempo, tinha um aspecto cuidado apesar dos papéis espalhados um pouco por todo a lado. O homem à minha frente entretinha-se a falar com um cliente e dava-lhe indicações como deveria proceder se ta voltasse a acontecer, não entendi bem o que se tratava.

Também não me esforcei muito depressa concertei-me no belo exemplar masculino que tinha à minha frente. No espaço de segundos já estava a ter pensamentos impróprios para uma entrevista de emprego. Culpei o calor. Aos poucos apercebi-me que não era a única afectada pelo calor, senti que aos poucos o advogado foi perdendo o fio à meada no que respeita à conversa, e a sua concentração dispersou-se em mim. Olhou-me nos olhos e nesse mesmo instante do outro lado da linha devem ter questionado-o, pois sentiu a necessidade de rodar a cadeira e virar-me as costas pedindo ao seu interlocutor para repetir a questão. A resposta foi demorada, tão demorada que se fosse outra pessoa que estivesse à minha frente não teria esperado. Com tanto tempo à espera não tive outro remédio senão ceder à minha mente criativa, imaginava como ele seria, como advogado e como homem. Imaginei-me a tocar nos seus cabelos, tinha um pescoço lindo, como seria o peito, como seria tudo o resto que o seu fato cobria. O desejo foi subindo de nível, tinha que me concentrar em algo diferente olhei para a alcatifa, parecia ter já alguns anos, não deveria ter sido substituída na última remodelação do escritório, depressa imaginei-me naquele chão enrolada com aquele homem.Ouvi uma voz ao longe, que depressa se tornou ao perto.

- Em que posso ajudá-la?

- Vim por causa do anúncio de emprego...

- Que anuncio?Mostrei-lhe o jornal. Riu-se.

- Afinal sempre vamos contratar uma secretária, até que enfim... Desculpe a ter feito esperar...

- Está-me a querer dizer que não vão contratar ninguém...

- Não. Melhor dizendo sim, vamos contratar uma secretária. Não era suposto ter ligado primeiro a marcar uma hora para a entrevista?!

Respondeu-me com um ar de superioridade que eu não gostei. E respondi-lhe no mesmo tom de voz.

- Para tal era necessário que fosse referido o número de contacto no anúncio.

- Desculpe mas o meu sócio tomou a iniciativa de contratar uma secretária sozinho, e foi ele quem colocou o anuncio no jornal...

- Talvez devesse ser com ele que eu devia estar a falar.

Disse com um tom de voz tão decidido que fiz entender ao jovem advogado que ou ele começava a assumir responsabilidades ou em me ia embora. Ao mesmo tempo e sem saber bem como havia no ar um clima de sedução, ou era o calor que fazia os corpos suarem mais do que habitual e as hormonas andavam no ar.

- Somos sócios, e como tal temos autonomia na tomada de decisão, confiamos plenamente na capacidade um do outro. Eu conduzo a entrevista...

- E toma a decisão agora disse eu com um ar maroto... Senti que o que foi dito entretanto não significou nada, mas o como foi dito e a nossa linguagem corporal estava totalmente em sintonia. Lembro-me de ouvir dizer...

- Estamos em pleno Verão e as pessoas estão mais preocupadas com as férias do que em arranjar emprego.

Disse o jovem advogado com um ar tão maroto que não resistiu a morder o seu lábio. Desejei que fosse os meus que estivesse a morder.

- A remuneração inicial será igual ao salário mínimo...

- Por mais 100€ .... Dou-lhe todo o sexo que desejar, à excepção de sexo oral

Eu não acredito que disse isto. Uma parte em mim estava em choque, o que raio me tinha passado pela cabeça?! Mas não consegui deixar de sorrir. Não era pelo dinheiro. Já sabia que se fosse trabalhar junto daquele ser lindo mais cedo ou mais tarde lhe saltava para cima, o aumento pedido foi uma forma de renegociar a remuneração. Ele olhou para mim com um ar tão satisfeito, como se finalmente houvesse uma mulher capaz de ir directa ao assunto, era claro que naquela relação de trabalho haveria sexo, e pelo que parecia até ao momento, muito sexo.

- Por mais 50€ todo o sexo sem excepção. Rematou ele.

- O dinheiro não me faz assim tanta falta, ficamos pela minha proposta.

- Claro.Disse ele num tom como se estivéssemos a fazer um acordo de negócios.

O telemóvel dele entretanto tocou e a magia quebrou-se.

- Vou ter de sair urgentemente, será que...

Completei a sua frase.

- ... posso começar já e ir anotando os recados. Claro. Sem problemas.

Vestiu o casaco que entretanto havia despido no calor da conversa, agarrou na pasta e já ia de saída, quando voltou para trás e beijou-me. Foi um beijo curto mais intenso, soube-me bem, foi o selar do nosso contrato, já era oficialmente secretária de uma firma de advogados.

11/03/2008

O Passado Não Foi Completamente Esquecido..


Saber que ainda me desejas deixa-me louca e cheia de tesão.

Vem, vem aqui, fode-me e deixa-me foder-te.

Deixa-me cavalgar nesse caralho que eu tanto sinto a falta.

Domina-me.

Põe-me de gatas, puxa-me os cabelos...Agora fode-me com força!

Faz-me vir enquanto sussurras ao meu ouvido o quanto gostas de me comer.

Sei que queres o meu cú, será que o mereces?

Fazes o melhor botão de rosa que já me fizeram até hoje (essa lingua deixa-me doida).

Só por causa disso já o mereces .

Fode-o.

Depois, vem-te em cima dele.

Volta a foder-me outra e outra vez.

Quero passar o dia inteiro a sentir-te bem dentro de mim até não podermos mais e cairmos estafados na cama.


Editado por Pitusco (acrescentada info de copyright a pedido)
Foto da autoria de: Vanessa Borges (meninazul) Publicada aqui (link)

O trabalho desta excelente fotógrafa poderá ser acompanhado em:
http://meninazul.livejournal.com
http://meninazul.deviantart.com/
http://meninazul.digart.pl/
http://www.flickr.com/photos/meninazul/
http://www.olhares.com/meninazul
http://olhares.aeiou.pt/utilizadores/detalhes.php?id=18367

08/03/2008

O DIA DAS MULHERES?


Dizem que hoje é o Dia da Mulher.
Por mim podiam ser todos os dias
mas o "mercado" diz que não aguentava...

Adiante.

Dizem também que hoje é o dia da indignação
dos professores contra a política de uma mulher.
Por mim podiam ser todos os dias mas dizem
que as Escolas deixavam de funcionar.

Não sei.
A mulher diz que tudo o que faz
é pelas criancinhas do nosso país.
Terá razão? Não me parece.
Mas que ás vezes até parece...
Deixo à vossa apreciação

(com a de vida vénia)

01/03/2008

A Complexidade do Papel Higiénico

Ao fazer compras no supermercado, fiquei palerma com a linha de papéis higiénicos Neve.

Segundo o fabricante, Neve é um produto sofisticado, destinado às classes A e B... só se for A de Apaneleirados e B de Bichas (não confundir com homosexuais), pela quantidade de mariquices anunciadas, como o Neve Ultra, que já vem com algumas opções: «alto relevo de flores, perfume e uma micro-textura» que, segundo o texto da embalagem, proporciona aos seus felizes utilizadores «a suavidade de uma pétala de rosa»!
Perguntar não ofende: alguém já limpou o cu com uma pétala de rosa?



Depois, temos o Ultra Soft Color, mais caro é claro! De cor laranja vem com «extracto de pêssego»... como se o cu distinguisse a cor e sentisse o cheiro!

Mas, o supra sumo é o Neve Ultra Protection, o top da linha. Este Rolls Royce dos papéis higiénicos, além de conter «óleo de amêndoas»,que garante «maciez superior e um cuidado maior com a pele», na sua delicada fórmula encontramos Vitamina E (!!!)

Esta coisa de cagar e sair com o cu vitaminado é mesmo coisa de maricas!



(Enviado por uma amiga bem comportada)